MUSIC ♪ THE BALLAD OF CLEOPATRA

Sabem aquela música que vos faz apaixonarem-se por uma banda, só pela magia que ela traz? Aquela música que vos transporta para outro mundo, que com a sua melodia descreve perfeitamente aquilo que estão a sentir - apesar da letra nada vos dizer? Que casa tão bem com aquilo que vocês procuram numa música e que vos faz carregar no botão do repeat inconscientemente?

Já conhecia os The Lumineers há algum tempo - afinal de contas, quem não conhece a Ho Hey, uma das canções mais entoadas em 2012 e que trouxe a toda a gente vontade de tocar guitarra e de cantar em coro, numa noite de convívio entre amigos? -  mas nunca lhes tinha prestado a devida atenção. Aliás, quando se tornaram um pouco mais conhecidos, comecei a procurar mais um pouco da sua música e não me agradou especialmente - tirando a Flowers In Your Hair, todas as músicas me pareciam monocórdicas e a voz do vocalista, na altura, não me soava melódica.


Até ao momento em que me deparei com a nova música desta banda, a bonita Angela, por volta de Outubro do ano passado, e decidi dar uma segunda oportunidade à mesma. Ouvi uma vez e, ao contrário daquilo que esperava, fiquei apaixonada. O vídeo, a letra e a sonoridade deixaram-me perplexa e com vontade de explorar mais da banda que eu tinha descartado há uns anos atrás.

Depois de ouvir Angela e de ser encantada pela banda como um rato pelo flautista de Hamelin, vi-me envolvida pelo seu novo álbum - Cleopatra - e, desde então, tem estado em repetição na minha lista de reprodução. The Ballad of Cleopatra é a história de vida de uma taxista, que num dia por acaso cruzou caminhos com um dos membros da banda e desabafou sobre tudo aquilo que passara ao longo da sua longa vida; mal ela sabia que, mais tarde, a sua história inspiraria um álbum inteiro e que as suas memórias seriam partilhadas através da música da conhecida banda com todo o mundo.

Esta história é composta por 5 músicas, com uma sonoridade muito semelhante e um estilo muito característico do folk rock. Começando por Ophelia, com um piano impressionante e um ritmo mais marcado e cuja banda é protagonista, seguida por Cleopatra, mais ritmada e que começa a contar a história da nossa bonita personagem; em terceiro vem Sleep on the Floor, onde os vocais do vocalista são evidenciados e onde conhecemos a nossa personagem nos primórdios da sua vida adulta. Em quarto, e aquela que gerou toda o meu amor por a banda, Angela. Por fim, e a mais emotiva de todas, My Eyes, na qual nos despedimos da nossa personagem e de tudo aquilo que ela nos ensinou - podemos questionarmo-nos sobre na qual somos deixados com um final em aberto, para podermos questionarmo-nos e criar o nosso próprio fim - bonito ou menos bonito. 


Há algo de especial na forma como as músicas casam tão bem umas com as outras e seguem um fio condutor muito específico - tanto visualmente, através dos videoclips, como musicalmente. Recomendo que ouçam se gostam de folk, de música cheia de significado ou de uma bonita história de vida. De certo se vão apaixonar por esta banda tanto como eu me apaixonei.

Gostam dos The Lumineers? Já conheciam este álbum ou alguma das músicas?

OS ÚLTIMOS BATONS DE SUPERMERCADO QUE COMPREI

Quem me conhece sabe que, de toda a maquilhagem que temos ao nosso dispor, nutro um carinho especial por batons. São um produto que, na minha opinião, diferencia toda a maquilhagem e nos dá logo outro toque mais arranjado e composto, mesmo não utilizando muitos produtos. Aliás, este é o produto que utilizo mais regularmente, seja num tom mais vibrante como um vermelho vivo ou num tom mais discreto, como um gloss sem cor ou um nude.

Portanto, quando passei por uma drogaria em Lisboa e vi estes três batons com cores tão bonitas e diferentes daquilo que tinha, de marcas conceituadas dentro daquelas definidas como drugstore brands como a L'Oréal e a Maybelline, ao preço da chuva - preços que variavam entre os 3€ e os 3,50€ -, soube que tinha que os trazer para casa comigo. Hoje, trago-vos então a minha opinião sobre os três, depois de algumas experiências.



Começo pelo batom que me conquistou desde a primeira vez que o testei. Quando comprei o Collection Exclusive na cor Eva's Pure Red da L'Oréal, pensava que tinha adquirido um rosa velho bem escuro, uma cor que me faltava na minha pequena coleção. Quando cheguei a casa e abri o batom, vi que estava enganada. Num vermelho escuro e com micro brilhantes dourados na sua constituição, este batom é o ideal para quem não se sente corajoso o suficiente para utilizar um vermelhão mas ainda quer um toque de cor nos seus lábios. Com uma boa pigmentação e confortabilidade na utilização, é um batom matte e como tal dura bastante tempo nos lábios.

 Onde encontrar: em todas as superficies comerciais por 17,50€.

Contrariamente ao batom mencionado acima e ao que promete, o Vivid Matte Liquid Lipstick na cor 35 Rebel Red da Maybelline é tudo menos matte. Muito confortável, extremamente pigmentado e de um vermelho vivo e muito bonito, é um batom líquido que deixa um efeito aveludado nos nossos lábios mas que, infelizmente, não dura quanto nós quereríamos. Com uma passagem conseguimos cobrir os nossos lábios todos de uma forma uniforme, o que é a principal vantagem deste produto.

Onde encontrar: em todas as superfícies comerciais por 7,99€.

De todos, o Lip Paint Lacquer na cor 107 Dark River da L'Oréal foi aquele que menos gostei. Apesar de ter uma cor muito bonita que, quando aplicada no braço é totalmente opaca, nos lábios é difícil de trabalhar e não é, de todo, uniforme - são precisas mais do que 2 camadas para obter um tom roxo escuro minimamente uniforme, uma vez que se acumula em determinadas zonas da nossa boca. Tem uma duração de 2 a 3 horas sem comer, o que seria de esperar de um gloss cremoso.

Onde encontrar: em todas as superfícies comerciais por 9,99€.

Qual foi a vossa cor favorita? Quais são as vossas marcas de supermercado favoritas?

RECOMEÇAR EM SETEMBRO

Sempre associei o mês de Setembro ao início de um novo ciclo. Talvez porque é neste mês que começa um novo ano lectivo, para o qual temos que traçar novos objetivos e no qual temos que alterar os nossos comportamentos que possam ser prejudiciais para o nosso desempenho, tanto a nível pessoal como profissional.

Como devem ter reparado, o mês de Agosto foi um mês parado por aqui. Esta espécie de pausa não se deu de forma propositada, mas porque necessitava de uma pausa na correria que é a preparação de publicações, a divulgação e todo o constante exercício mental para a criação de conteúdo diferente, do qual me orgulhe. Este mês deu para refletir naquilo que quero fazer, nos rumos que quero tomar quanto a este cantinho e que não quero, de todo, parar de escrever.

Portanto, e como forma de iniciar o novo ciclo que Setembro traz com os seus ventos, abro este mês a recordar o mês que passou e no qual estive mais desaparecida, para que possam acompanhar um pouco aquilo que se passou durante os tempos em que eu não andava por cá. Através do meu Instagram, @myownanatomy, trago-vos uma espécie de memories log daquilo que foi o meu querido mês de Agosto.


Comecei o mês a recordar os dias de viagem de Julho, por Lisboa. A viagem ao Cabo da Roca - o ponto mais ocidental da Europa continental -, um local que me surpreendeu pela positiva pela calma, beleza e serenidade que transmite; a passagem pelo Palácio da Pena, do qual vos falei AQUI, num bonito dia de nevoeiro. A minha primeira vez no LX Factory, um espaço encantador, inovador e muito "fora da caixa" - um excelente local para almoçar ou para tomar uma bebida -, na qual encontramos a Ler Devagar, uma livraria muito gira que nos deixa a suspirar por uma biblioteca assim na nossa casa. E, num dia de calor, recordei ainda os tempos mais frios e o meu passeio pela minha cidade natal, Viseu, do qual vos falei AQUI.


Avançando para o mês de Agosto em concreto, este começou no acampamento nacional de escuteiros, o ACANAC, no qual passei 8 dias entre pó, calor e 22 mil pessoas mas no qual aprendi muito sobre este grande movimento que é o escutismo e no qual formei grandes amizades - uma experiência inesquecível, sem dúvida. Depois desta grande atividade, seguiram-se dias calmos, principalmente na vila onde moro, nos quais aproveitei para descansar e repor as energias, passar algum tempo com amigos de infância. A meio do mês fui acampar com alguns amigos durante 2 dias e passeei por entre festas religiosas em família.


Acabei este mês mais do que incrível da melhor forma - em família. As festas na terra da minha mãe , no coração da Serra da Estrela, são algo do qual raramente prescindo e que me dá a força para começar o novo mês da melhor forma. O contacto com a natureza através das paisagens de cortar a respiração, com as pessoas que me desejam o melhor que há no mundo e a falta de exposição a tudo o que nos rodeia, especialmente nas redes sociais, fazem com que este seja o final perfeito para um mês de descanso. 


Resumindo, o mês de Agosto foi um mês muito agradável, que começou de uma forma explosiva e acabou da mesma forma - em festa. Se era um mês que não me agradava especialmente - talvez pelo calor que se faz sentir todos os anos natural desta época do ano -, passou a ser um mês que recordarei com carinho durante os meses mais frios e nos dias mais stressantes.

Como foi o vosso mês de Agosto? Já seguem o My Own Anatomy pelo Instagram?
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